FÓRMULAS DE RAÇÕES PARA GALINHAS POEDEIRAS E FRANGOS DE CORTE

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    FÓRMULAS DE RAÇÕES PARA GALINHAS POEDEIRAS E FRANGOS DE CORTE

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    • Postura

    Aumente a produção de carne e ovos com rações específicas para cada finalidade e/ou etapa da criação de seus animais.

    São diversas formulações, inclusive com fórmulas alternativas para sua região.

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    Você sabia?

    Atualmente a preocupação com a produção de alimentos é crescente e acompanha as perspectivas de aumento populacional. De acordo com o estudo da ONU (Organização das Nações Unidas) em 2013 a população mundial foi de 7,2 bilhões, com projeção de 8,1 bilhões em 2025 e de 9,6 bilhões em 2050, uma diferença de 25%, entre 2013 e 2050.
    Neste contexto, a avicultura evidencia-se mundialmente na produção de proteínas de origem animal, tanto com a carne de frango, quanto a produção de ovos. Isto porque é uma fonte com preço acessível, de ciclo produtivo rápido e de alta produção. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) a previsão é que em 2020, a carne de frango passe a ser a carne mais consumida no mundo, ultrapassando a carne suína em cerca de 200 mil toneladas, fato nunca antes visualizado no cenário mundial.

    O Brasil se destaca no mercado internacional como o terceiro maior produtor de carne de frango e como o maior exportador, em 2012 foram exportados 3.918 mil toneladas e com previsão de expansão de 24,9% para 2022 (FIESP, 2013). O consumidor brasileiro tem à sua disposição um produto de baixo custo e de excelente qualidade nutricional e sanitária, com uma gama elevada de produtos “in natura” e processados, como frango inteiro e cortes congelados, resfriados e industrializados na forma de: empanados, marinados, temperados, cozidos, entre outros. Deve-se ressaltar que a avicultura brasileira é reconhecida entre as mais desenvolvidas do mundo, com índices de produtividade excepcionais (UBA, 2008).

    Para alcançar altos níveis de produção o Brasil e o mundo utilizam tecnologias que buscam integrar genética, nutrição e manejo, extraindo o máximo, em menos tempo e espaço. Este movimento de tecnificação e intensificação da produção gera conflitos em âmbito social e político, quanto ao bem estar dos animais criados nestes sistemas. Fato que levou o tema a ser assunto de diversos estudos e debates que visam encontrar soluções para o bem estar dos animais, mantendo a rentabilidade do negócio.

    Antes de falarmos sobre o bem estar animal na avicultura se faz necessário o conhecimento deste conceito e seu histórico. No começo do século XX, iniciou-se a intensificação da produção, segundo FRASER e BROOM (2002) em 1970 o confinamento intenso de bovinos, suínos e aves já ocorria em diversos países. Neste momento da história ocorreu na Inglaterra a publicação do livro Animal Machines (HARRISON, 1964), com importante papel para o desenvolvimento do conceito moderno de Bem-estar, pois criticava as práticas utilizadas após a segunda Guerra Mundial, principalmente a utilização de gaiolas para as galinhas e vitelos e a produção de frango de corte em alta escala e densidade. Este livro ganhou destaque com a comparação dos animais com as máquinas, analogia que levou esta realidade a população em geral, que até então não tinha se atentado às condições em que os animais eram criados.

    Em resposta ao livro e ao apelo social o governo Britânico criou uma Comissão Técnica composta por profissionais da veterinária, agronomia e zoologia, e os incumbiu de averiguar o Bem-estar
    dos animais de produção. Essa comissão ficou conhecida como Comitê Brambell, em homenagem a seu presidente. Em 1965 eles aceitaram a ideia de que os animais são capazes de sentir dor, sofrimento e emoções como raiva, medo, apreensão, frustração e prazer. Este fato é considerado um marco no estudo do Bem-estar animal, pois até então o censo comum acreditava que eles eram seres incapazes de sentir estas sensações.

    Como consequência dessas mudanças foi nomeado o Comitê de Bem-estar de Animais Agrícolas (FAWC), que em 1979 criou um dos conceitos de Bem-estar animal mais aceitos até hoje, que são as Cinco Liberdades (FAWC, 2014):

    1. Livre de fome e sede – pelo pronto acesso à água fresca e a uma dieta adequada para manter a plena saúde e vigor.
    2. Livre de desconforto – proporcionando um ambiente adequado, incluindo abrigo e uma área confortável para descanso.
    3. Livre de dor, lesão ou doença – por prevenção ou diagnóstico rápido seguido de tratamento correto.
    4. Livre para expressar seu comportamento normal – pelo fornecimento de espaço suficiente, instalações adequadas e companhia de animais de sua espécie.
    5. Livre de medo e angústia – assegurando condições e tratamento que evitem sofrimento mental.

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