FÓRMULAS DE RAÇÕES PARA CODORNAS

R$12,90

  • Descrição

    FÓRMULAS DE RAÇÕES PARA CODORNAS

    Formulações destinadas para fabricação de ração de crescimento/inicial, postura e engorda, onde você poderá ter uma economia de até 40% em relação ao preço de rações compradas prontas.

    Comparando o quilo da ração por cerca de R$ 1,30 que custa no mercado, você poderá ração por cerca de R$ 0,80 o quilo e ter uma excelente economia.

    Exemplificando melhor…

    Para um gasto mensal de 2000 quilos, temos o seguinte resultado:

     

    2000 Kg X 1,30 = R$ 2600,00

    2000 Kg X 0,80 = R$ 1600,00

     

    Economia de no mínimo R$ 1000,00 todo mês.

    Aumente a produção de carne e ovos com rações específicas para cada finalidade e/ou etapa da criação de seus animais.

    São diversas formulações, inclusive com fórmulas alternativas para sua região.

    Arquivos enviados após a confirmação do pagamento bancário.

    Forma de envio: DOWNLOAD

     

     
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    Você sabia?

    Como melhorar os índices produtivos das codornas.

    A codorna deve chegar ao início de postura com a carcaça formada e com peso acima dos 160 gramas. Para que isso ocorra, são necessários cuidados especiais desde o início da recria.

    Fase de produção

    As codornas têm dificuldade para fazer a reposição de cálcio nos ossos durante seu período de produção, o que evidencia ainda mais a necessidade de aguardar a completa formação da carcaça para atingir melhores resultados e, também, mostra o quanto a nutrição na recria é importante.

    Recria

    O início da recria requer cuidados e tem manejo complicado devido à necessidade de temperaturas mais altas, entre 34oC e 36oC. Uma desatenção nessa fase pode resultar em perdas sensíveis no desenvolvimento das codornas, prejudicando o ganho de peso, formação da carcaça e a uniformidade.
    A vida produtiva das codornas japonesas é influenciada pelo manejo, nutrição e período de luz na recria, determinando a viabilidade e longevidade produtiva da ave.

    Temperatura

    Um dos problemas mais comuns nessa fase é o excesso de calor, que causa desidratação, apatia, redução no consumo de ração e amontoamento, podendo levar a taxas elevadas de mortalidade. Outro problema seria o frio. Quando sentem frio, tendem a se amontoar buscando aquecimento e, nessas situações, algumas codornas ficam impedidas de sair para se alimentar e beber água, o que gera desuniformidade e pode também levar a altas taxas de mortalidade. Após esse período crítico, entre 3 a 5 dias de vida, é preciso reduzir gradativamente a temperatura, preparando a codorna para retirar completamente a fonte de calor, o que deve ocorrer entre 10 e 15 dias de vida.

    Nas épocas mais frias do ano pode ser necessário fornecimento de calor à noite, até o 15º dia de vida, mesmo a codorna já estando empenada.

    Luminosidade

    A luminosidade é outro fator que deve ser controlado. Nos primeiros dias são fornecidas 24 horas diárias. Após 15 dias de vida, reduz-se gradativamente a luz fornecida, visando atrasar a maturidade sexual das codornas, até atingir 13 horas de luz por dia no 21° dia. Mantém-se assim até o início da produção de ovos.
    Para recrias realizadas no chão, com estruturas de alvenaria, recomenda-se:

    – O anoitecer deve ser natural
    – As luzes devem ser acesas antes do amanhecer, pois as codornas tendem a se amontoar buscando os primeiros feixes de luz que entrem por frestas (portas, janelas, telhas), podendo gerar altas mortalidades em função desses amontoamentos.
    – Em algumas regiões pode ser que sejam necessários períodos de luz de até 18 horas, dependendo do clima (calor) e da necessidade de ampliar o consumo de ração, sendo o período noturno mais fresco e, portanto, mais propício para estimular o consumo. Esse complemento de luz (de 16 para 18 horas) pode ser adicionado ao final do dia, no início do dia, ou em um intervalo noturno (neste caso apenas 1 hora).

    Ajuste do bico

    Outro ponto importante é a data e a qualidade do ajuste de bico. É um procedimento delicado e de custo elevado, porém é muito eficiente para reduzir problemas de prolapso, desuniformidade e pico de produção. O primeiro ajuste de bico (aos 10 dias de vida) pode ser mais suave, o segundo e mais severo próximo aos 30 dias. Esses procedimentos melhoram o ganho de peso e o empenamento para o primeiro ajuste de bico, sendo que o segundo ajuste de bico é importante para um consumo mais homogêneo da ração (garante o consumo da dieta balanceada), as aves “ciscam” menos e, consequentemente, reduzem o desperdício de ração, além de evitar a bicagem da cloaca.

    É importante que a pessoa que realiza o ajuste de bico tenha conhecimento para tal, pois se exagerar pode “abrir o bico da ave” e se o corte for menor que o necessário, o bico volta a crescer e pode trazer problemas. Em galpões climatizados, com sistema dark house e iluminação controlada, com baixa luminosidade, o ajuste de bico torna-se opcional, pois a codorna fica mais calma e a diferença de mortalidade e produção torna-se bem menor, quando compararmos com lotes que sofreram ajuste de bico.

    Densidade durante a recria

    Outro fator importante e que pode influenciar a formação da carcaça da codorna é a densidade utilizada na recria. Quando está acima da recomendada, as codornas têm seu desenvolvimento prejudicado e a uniformidade do lote fica comprometida. Além de respeitar a área em cm² recomendada pela linhagem, é importante observar qual a medida de comedouro disponível por codorna alojada e também o número de bebedouros (nipple) disponíveis para as codornas. O comedouro deve oferecer, no mínimo, 1,4 cm por codorna e, para cada 20 codornas, deve possuir no mínimo 1 nipple.

    Transferência para o galpão de postura

    Com o controle da luminosidade, manejo adequado na recria, nutrição de qualidade, as aves vão se desenvolver de forma adequada e podem ser transferidas para postura entre 37 e 40 dias, antes do início da postura, que ocorrerá por volta dos 42 a 45 dias de vida. A data da transferência precisa de uma margem de segurança, que impeça o transporte de codornas já em postura, evitando que ocorra postura interna, quebra de ovos no oviduto além de lesões no ovário que podem prejudicar o início de produção das codornas e até mesmo a viabilidade

    A transferência exige muitos cuidados, o manuseio das aves deve ser realizado de forma suave e evitando causar lesões na aves:
    As caixas de transporte das codornas devem estar limpas e desinfetadas. Não podem permitir que as codornas passem a cabeça para fora da caixa, o que aumenta o risco de morte por decapitação ou estrangulamento. Devem ter um espaço entre o piso e o fundo da caixa para evitar a amputação de dedos ao arrastar uma caixa sobre a outra.
    A densidade utilizada na caixa deve ser adequada, temperatura adequada, visto que durante o dia podem ocorrer variações de temperatura e de umidade no ambiente que podem interferir no conforto da codorna durante o transporte

    No galpão de postura, é necessário verificar a pressão e vazão do bebedouro e o acesso a ração no comedouro, pois em algumas situações as codornas podem ter dificuldade para beber água ou comer, o que deve ser rapidamente observado e corrigido. É extremamente importante que os galpões tenham apenas uma idade de aves e que se utilize o sistema “todos dentro todos fora” (all in all out). Não existe limpeza e desinfecção bem feitos, se dentro do galpão ainda restarem aves de outro lote. O processo adequado de limpeza e desinfecção quebra o ciclo de bactérias e vírus patogênicos presentes no galpão e diminui o desafio da codorna, tornando a tarefa de se adaptar ao novo ambiente mais fácil.

    Conclusões

    Um lote de codorna que inicia a postura com as aves abaixo do peso adequado, sem completar o desenvolvimento da carcaça e/ou com baixa uniformidade, terá maior mortalidade no início de produção e terá uma vida produtiva menor, quando comparada com um lote que atenda essas exigências.

    A principal causa de mortalidade no início do ciclo produtivo está relacionada ao prolapso e a causa do prolapso está diretamente relacionada ao peso corporal da codorna e sua carcaça. Outro fator importante na questão do prolapso é o ajuste de bico, quando tem maior luminosidade, para que as codornas não fiquem bicando a cloaca umas das outras.

    Em luminosidades maiores, ou com luz natural, isso ocorre porque logo após a postura, devido à coloração avermelhada da cloaca e seu movimento de contração para retornar à forma original (piscando), as outras codornas, por curiosidade, bicam a cloaca levando a formação de edema e dificultando o retorno a forma normal, ficando exposta a bicagens consecutivas, aumentando o edema e ocasionando o prolapso no momento da postura do próximo ovo.

    O alto índice de crescimento do mercado de codornas nos últimos anos e a demanda por ovos fizeram os coturnicultores investirem em granjas com estruturas caras e modernas. E, para honrar os compromissos financeiros assumidos, além da dificuldade de se encontrar mão de obra qualificada, os granjeiros e técnicos deixaram de lado algumas ações de manejo que são extremamente importantes para atingir altos níveis produtivos. Como as instalações eram novas e os investimentos não paravam de acontecer, sempre alojando novos galpões, isso mascarava o problema que estava por vir.

    Porém, o setor deve repensar a maneira de olhar para o manejo da granja, priorizando o manejo sanitário e o bem-estar das aves, que devem ter suas necessidades atendidas para que consigam expressar todo seu potencial genético.

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